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quarta-feira, 27 de julho de 2011

Feixes refratários

Por Lê Parolelis

Viver em multidimensões requer uma capacidade artística. A mesma que todo astro possui. Estar em uma personagem ao mesmo tempo que se reflete. Ficar sobre si e desenrolar o papel.

Aos iniciados isso vai se tornando essencial e factível mas aos iniciantes, onde estamos em maioria, insanos momentos são cindidos vivamente.

As possibilidades de ir e vir nos ícones-cientes coletivos são imensas como nos icebergs são enormes suas bases. Os treinamentos que a humanidade realiza nesses tempos são preparatórios para a lida com crescentes e profundas rupturas no sistema ora vigente.

Em um mundo onde se busca a imobilidade, as garantias, as prestações e a segurança de uma cova bem feita, desoculta-se algo.

Encarar as falências não como vingança e sim necessárias para as recolocações dos posicionamentos globais. Reavaliar os alvos distantes e a prazo. Segurar seu bem mais valioso, a alma.

A esperança não será a última a morrer mas a primeira a socorrer. Afinal, o que é o caos senão o sinal de que a ordem já cumpriu seu máximo papel ?

Todos estamos presenciando a possibilidade da convivência caótica e ordenada e isso nos assusta ao mesmo tempo que nos libera para a conivência para com a nova desordem mundial. E, só assim poderemos olhar um pouco mais acima no horizonte e sair das pirâmides que nos estontearam em seus labirintos.

Perceberemos que mais além das auroras boreais estão brilhando, pontuando outras falanges e hierarquias dimensionadas em planos onde a linearidade é secundária.

A difícil arte de humilhar-se ainda é um caminho para passar pelo vão estreito do topo da pedra que nos toca.

http://exopoliticabrasil.net/artigos/le-parolelis/

http://navecomando.blogspot.com/


quarta-feira, 4 de maio de 2011

Percepção refinada


Era - Dont U


Por Leandro Parolelis

Talvez seja oportuno nos acostumarmos a observar o caleidoscópio.
Entender que a mudança das formas com os mesmos elementos, procede de um movimento e de uma percepção.

Talvez algumas das naves documentadas e avistadas não venham de uma distância longínqua. Mas estão aqui conosco, sempre estiveram, em mundos paralelos que, ao mudar o giro, se agrupam com nossas formas e, quem tem a percepção caleidoscópica , vê a manifestação combinante.

Muita energia e dinheiro são gastos explorando distâncias e buscando o tempo inicial, o instante do Big-bang.
O mesmo investimento poderia ser feito para que daqui, de nossa vã percepção, pudessemos explorar tempos e espaços concomitantes. Uma nova gama de mundos deixariam de ser paralelos e convergiriam para um foco de percepção, em espectro social, dessa realidade que desponta, como cravo e espinha, prestes a ser expelida.

Habituar-se a perceber a coexistência é um exercício de humildade, ciência e sabedoria. Sem se espantar, mas acolhendo, convidando sua própria percepção a aceitar, se abrir e convidar a convergência em si, no centro de sua consciência flamejante.

Assim, poderemos superar a visão estelar das cinco pontas, do pentagrama, da pirâmide e transitar melhor nos hexagramas e nos vórtices arredondados dos dodecaedros.

A passagem da percepção piramidal, em termos cerebrais, nos leva ao caloso corpo integrativo, regulado pela pineal.

Por que é mais fácil muitas pessoas perceberem e aceitarem fadas e gnomos e salamandras, que também estão nesse espectro ampliado da percepção, do que em mundos coexistentes e naves elementais ?

Talvez porque a mitologia das ondinas , duendes e silfos nos remeta à mãe natureza e a mitologia estelar nos leve ao pai celestial.

De qualquer forma, a ciência e a arte ainda são nossas melhores ferramentas para nos deslocarmos do umbigo para a testa.

Parolelis - http://parolelis.wordpress.com/2011/05/03/percepcao-refinada/

Nave Mãe - http://navecomando.blogspot.com/

sábado, 11 de dezembro de 2010

O novo chegando


Sete Bilhões de genes
Sete Bilhões de pessoas
O genúmero está envolvendo este mundo
este medo da soma
esta soma de medos
Desenvolvendo o dez, espero
Pessoas em Bilhões de sete
Genes em Bilhões de pessoas
mas amanhã, devo acordar às sete.

Sete Bilhões de seres

Sete Bilhões de pés soam
e sonham…

E a tumba retumbou.
Os Faraós reencontrados.
Os espelhos partidos,
tocados agora pelas harpas e hárpias silvestres.

Grandes holofotes internos em movimento,
ajustando síntons, tonificando espessuras de focos.
Interliga-se os duplos etéricos.

Em breve, nos reconheceremos pela vibração mental que emitimos.
Uma nova ética se instala silenciosamente em nossos corações.
A ética da hierarquia dos dons da maestria e métrica vibracional.

O que vemos acontecer no mundo todo em relação às
aparições de objetos voadores, sinais nos campos de
trigo ou mesmo em mensagens para grupos de pessoas,
nos indicam que já emergiram as grandes espumas de
uma onda que está prestes a descer e quebrar em nossas praias.

Os surfistas do Zuvuya estão preparados para
dropar. Nós somos convidados a fazer o
Body-boarding nesse momento.

Se mesmo não crendo em discos ou aliens você
continua sentindo que há algo de estranho no reino da
Dinamarca, tenha a clareza de que está no rumo correto.

A Rosa-dos-Ventos não aponta, nos assopra,
impulsionando-nos, nos alopra, desorientando-nos.

Não importa o que são essas aparições, esses
fenômenos. Eles estão aí, no imaginário social, nos
desejos ocultos de muitos, nas projeções paranóides de
mais outros.

Afinal, o que são todos esses símbolos, números,
medidas áureas, fractais, luzes e sons que estão nos
bombardeando, pulsando cada vez mais rápido em
nossas cabeças, centros energéticos e em grandes
instituições que nos representam ?

Que febre é essa, insone, lamentosa e balbuciante que
nos abre a garganta, rasga o pulmão e amassa as
costas?
Para onde foram as forças de nossas corajosas pernas?
Quando as mãos pararão de contar dinheiro e
acariciarão o voo acordado?

Por quê esses Ets não aparecem e esclarecem suas
intenções de uma vez?

A Exopolítica, trata-se disso, da diplomacia que será
necessária para interpretar e traduzir esse volume de
informações para os povos e massas.

Quem são os intérpretes, os Chanceleres dessa
negociação?

Assim como na nossa Terrena política as intenções
partidárias são veladas e os pactos e acordos são
tratados em mesas de negociação e tomadas de
decisão, no cenário galáctico também encontramos
Conselhos, Agendas e rodadas temáticas, visando
acordos, melhorias ou alertando situações amplas, para
além de nossos limites do olho nu e heptacolorido.

Teorias não abarcam mais o que verdadeiramente está ocorrendo.
Também as fotos e imagens não convencerão a mente coletiva.

Mas o pulsar, o estremecimento de consciências,
a perda de referênciais e as sensações físicas que
se manifestam e que cada vez mais se apresentarão aos
nossos corpos e darão por si só, os testemunhos de que
algo maduro irrompe dentro de cada pessoa e fora de cada país.

O potente adormecido abriu um olho, seu cerébro está
em efeito estufa e seu líquido corporal em efervescência.
Novas redes neuronais e centros parassimpáticos se
alternam e alteram padrões genômicos e, aos poucos,
como em um feixe de laser, estaremos em espaços simultâneos,
reconhecendo filamentos aqui e refrações ali.

Grupos se reunem, famílias se dissolvem, e sua
essência se mostra, unificada, querendo compartilhar,
curtir e linkar com outras essenciais famílias e agrupamentos estelares.

Como se estívéssemos em um aeroporto, entrando nos
aviões, nos ajustando aos seat-belts , aguardando o
piloto e as aeromoças começarem seu show serviçal,
assim nos encontramos nesse agora.

Lê Parolelis – paulistano, graduado em Psicologia na USP, colaborador de Exopolitics Brazil