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sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Rogando paz!

Senhor Jesus!
Tu disseste: "a minha paz vos dou..."
Entretando, Senhor,
Muitos de nós andamos distraídos;
Atribulados, às vezes, por bagatelas;
Aflitos sem razão;
Sequiosos de aquisições desnecessárias;
Irritadiços por dificuldades passageiras;
Dobrados ao peso de cargas formadas por desilusões e discórdias que nós mesmos inventamos;
Ocupados em dissenções infelizes;
Hipnotizados por tristeza e azedume que nos inclinam à separatividade e ao pessimismo...
Entendemos, sim, Jesus, que nos disseste:
"A minha paz vos dou..."
Diante, porém, de nossas inibições e obstáculos, nós te rogamos, por acréscimo de misericórdia:
Senhor, concedeste-nos a paz, no entanto, ensina-nos a recebê-la.

EMMANUEL - Livro "Tesouro de Alegria"
http://apaz.no.sapo.pt/

http://www.stum.com.br/blog/blog.asp?id=08399

http://navecomando.blogspot.com/

domingo, 30 de janeiro de 2011

Sacodir o pó

Por Emmanuel

“E se ninguém vos receber, nem escutar as vossas palavras, saindo daquela casa
ou cidade, sacudi o pó de vossos pés." - Jesus, (Mateus, 10:14)

Os próprios discípulos materializam o ensinamento de Jesus, sacudindo a poeira das sandálias, em se retirando desse ou daquele lugar de rebeldia ou impenitência.

Todavia, se o símbolo que transparece da lição do Mestre estivesse destinado apenas a gesto mecânico, não teríamos nele senão um conjunto de palavras vazias.

O ensinamento, porém, é mais profundo. Recomenda a extinção do fermento doentio.

Sacudir o pó dos pés é não conservar qualquer mágoa ou qualquer detrito nas bases da vida, em face da ignorância e da perversidade que se manifestam no caminho de nossas experiências comuns.

Natural é o desejo de confiar a outrem as sementes da verdade e do bem, entretanto, se somos recebidos pela hostilidade do meio a que nos dirigimos, não é razoável nos mantenhamos em longas observações e apontamentos, que, ao invés de conduzir-nos a tarefa a êxito oportuno, estabelecem sombras e dificuldades em torno de nós.

Se alguém te não recebeu a boa-vontade, nem te percebeu a boa intenção, por que a perda de tempo em sentenças acusatórias?

Tal atitude não soluciona os problemas espirituais.

Ignoras, acaso, que o negador e o indiferente serão igualmente chamados pela morte do corpo à nossa pátria de origem?

Encomenda-os a Jesus com amor e prossegue, em linha reta, buscando os teus sagrados objetivos.

Há muito por fazer na edificação espiritual do mundo e de ti mesmo.

Sacoda, pois, as más impressões e marcha alegremente.

Do Site Comunidade Espírita

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Alma gêmea de minh'alma

Alma Gêmea da Minh'alma,

Flor de luz da minha vida,

Sublime estrela caída

Das belezas da amplidão !...

Quando eu errava no mundo,

Triste e só, no meu caminho,

Chegaste, devagarinho,

E encheste-me o coração :

Vinhas na benção dos deuses,

Na divina claridade,

Tecer-me a felicidade

em sorrisos de esplendor !...

És meu tesouro infinito,

Juro-te eterna aliança,

Por que sou tua esperança,

Como és todo o meu amor !!

Alma Gêmea da minhalma,

Se eu te perder, algum dia,

Serei a escura agonia

Da saudade nos seus véus...

Se um dia me abandonares,

Luz terna dos meus amores,

Ei de esperar-te, entre as flores

Da claridade dos céus...

Texto de Emmanuel , do livro Há dois Mil Anos.

Psicografia de Francisco Cândido Xavier.


quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Criação verbal



Pelo Espírito Emmanuel

Seja, porém, a tua palavra: Sim, sim; não, não...
- Jesus. (Mateus, 5:37.)

Toda frase, no mundo da alma, é semelhante a
engenho de projeção suscitando imagens na
câmara oculta do pensamento.

Temos, assim, frases e frases:
duras como aço;
violentas como fogo;
suaves como brisa;
reconfortantes como sol;
mordentes quais lâminas;
providenciais como bálsamos.

À vista disso, todos nós carregamos,
no estoque verbalístico, palavras e palavras:

palavras - bênçãos;

palavras - armadilhas;

palavras - charcos;

palavras - luzes;

palavras - esperanças;

palavras - alegrias;

palavras - promessas;

palavras - realizações;

palavras - trevas;

palavras - consolos;

palavras - aflições;

palavras - problemas.

Sabendo nós que o Criador, ao criar a criatura,
criou nessa mesma criatura o poder de criar,
é forçoso reconhecer que toda frase cria imagens
e toda imagem pode criar alguma coisa.
Saibamos, assim, compor as nossas frases com
as nossas melhores palavras, nascidas em nossos melhores sentimentos,
porque toda peça verbal rende luz ou sombra,
felicidade ou sofrimento, bem ou mal
para aquele que lhe faz o lançamento na Criação.

Psicografia de Chico Xavier. Livro: Benção de Paz


Nota Nave-Mãe: acrescento ainda que nossas palavras são impregnadas do que somos, e
ao leitor que enxerga bem, quem escreve se mostra nu em suas idéias. Nada substituiu a
noção luminosa que Jesus ensinou: "nossa boca fala do que nosso coração está cheio".
Muito barulho, complicar o simples, definitivamente não desperta ninguém.
Sinta mais, ame mais, complique menos!