Mostrando postagens com marcador Ana Paskakulis. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Ana Paskakulis. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 8 de maio de 2014

É agora



E chega o dia!!!!!

Crisântemos, velas, lágrimas, parentes. 
E a gente por ali assistindo tudo. 
Ninguém mais me vê nem me ouve. Saco!

Deixamos a carne: acabou a Maria, o Roberto, a Serafina.
O CEP. O endereço da entrega, acabou.
Mais uma história pro museu, pro livro: a-c-a-b-o-u.

Mas tem uma alma por ali toda VIVA observando e sentindo. E poxa, sou eu.
'E aí, pra onde eu vou agora?' Tem um pessoal ali me orientando, parecem gente boa. Falam de vibrações e dimensões. Não entendo bem, mas to de olho.
Vejo gente chorando, e caramba, vejo gente feliz. Peraí, estão felizes? ( Rss...)

Aqui dentro, nem sei bem.
Mas morri, é isso?
Caramba! Aconteceu comigo então...
Achei que ia demorar mais.
Mas vamos enfrentar, sejamos práticos.
VirginiANA que sou: sempre fui prática.

Vish!
Deixei dívidas demais. Pra quê aquela bolsa de R$ 500,00 e aquele sapato de R$ 300,00? Tanta parafernália!
Bom, agora já foi. Se eu voltar pra cá de novo, vou tentar ser mais simples. Tomara que eu lembre disso.

Que porcaria! Então não deu tempo de dizer pro João que não passou um dia sem que eu pensasse nele? Bom, agora já foi. Quem sabe eu o vejo por aí.

Droga... porque fui tão certinha? Queria ter sido mais malucona e dito, e feito. Dançado, recitado, cantado. Dançado na chuva, tatuado asas nas costas.
Queria ter feito mechas azuis, queria ter dito: briga comigo não chefe, me abraça, somos todos UM!!!!

Ah... Mas não dá mais.
Paciência... 

Sabe? Queria ter morrido no mar.
Vendo as ondas do mar.
Conchas, amo conchas.
Como cantava Caymmi... sabe?

Morri vendo moitas de colonião. Ah! 
Bom, agora já era, já foi.

Devia ter FEITO ALGO ANTES.

É que parecia que ia durar tanto mais!
Via pessoas partindo mas parecia que eu era imortal, que nem meu email.
Rs...
Bom, mas agora não dá mais.

* * *

É agora A N J O S !
É já.
Não é amanhã não!!!!!

Seja o que for que você queira fazer: é agora.

Ei, beijo!
Isso aí escapou de um momento de lucidez sem medos... e meu coração toca o seu...



Na imagem: capim colonião. :DDDDDDD

Ana

Hologramas!


Parece um mercado de peixe. Parece uma feira.
Cada um vendendo o seu.

No holograma de um não tem Deus. Tem Fonte. 
No do outro, nem um nem outro, tem o nada.
No de outro tem pecados e carmas.
No de outra, tem os pés pra cima e a vida divertida.
O outro medita o dia inteiro e não enxerga o vizinho que está passando fome.
Tem o crítico. Tem o manso. Tem o malucão. Tem quem só observa.
Tem de tudo.
Uau, tem mesmo de tudo.

Como bons ‘publicitários dos céus’ cada um faz seu ‘bom’ trabalho: um faz no grito, um puxa pelo medo, uma usa tons pastel e assim atrai os delicados e delicadas.
'Ei, venha conhecer meu holograma! Veja como é belo!'
Outro desce a chibatada caso você saia da ‘linha’.
Tem até os que usam um holograma super moderno: o de negar o próprio holograma.

Todos, invariavelmente todos, com ‘ajudas’ invisíveis e interesses muitas vezes que o ‘publicitário’ daqui nem alcança direito.
Mas serve. Como um cordeiro. Atende a ‘intuição’ com presteza.
E segue o roteiro.

Os 'seguidores' ( Anjo, quando vai começar a seguir o TEU roteiro?) são visitados quando dormem pelo 'apoio' invisível, daqueles que trabalham no holograma terreno.
É um tal de sonhar com tragédias e fim de mundo. Ou acordar com ETs malvadinhos no seu quarto preparando a sonda anal.
Ou com naves belas. Porque não. Tem esse holograma também. Conheço tão bem!

Quem tem razão?
E alguém tem razão? Acho sinceramente que não.
Tem razão quem abre os olhos remelentos de crenças vencidas e entende que aqui é o lugar das livres criações. Criações de todas as formas possíveis e imagináveis.

O resquício do Lar, a voz do coração, imprime 5% de verdade cósmica.
O restante é prisão, castração, separação, servidão.
É o que se aprendeu na escola e na TV.
Nos livros, com as traças dos livros.
Nos achismos.

Ou seja: ilusão. E isso é a atmosfera da Terra.
Todos embriagados pela ilusão.

Coisa feia de ver é quando perdem o respeito pelo holograma do outro.
Tecem muros com cercas elétricas ( cercas vibratórias).
Você está do meu lado ou do lado de outro?

Os Grandes que ficaram fora da carne devem estar de cabelos brancos assistindo a patifaria dos Grandes que desceram.

Mal sabem que todos estão errados.
Defendendo suas teses malucas na Terra das ilusões.
Rotulando 'irmãos de Asa' de inimigos.
Sim, ‘Irmãos de Asa’, uma paródia estelar do ‘Irmão de Alma’.

E vamos que vamos.
Assistir e tecer mais um dia holográfico.
Ufa!



Ana

Que bom seria



Como seria perfeito se cada Anjo agora humano brincasse livre e permitisse a brincadeira livre do outro Anjo...
Que tivessem a visão da unidade e que até o termo 'outro' desaparecesse...

Não mais condutas invasivas.
Não mais querer gerir a vida dos outros. 
Escolher pelos outros, nem criticar escolhas dos outros.
Eu brinco do meu jeito, que brinquem! 

Respeito. Respeito. Respeito.

De mim, digo que me afasto de tudo e de todos que tentam me castrar.
Sem a minha liberdade felina já não sou mais eu.

Que bom seria... se todos pudéssemos brincar, cada um do seu modo, sem que escolhas invasivas estragassem a brincadeira...
Que bom seria...



Ana

Noites-luz



Ainda bem que tem noites. 
Livres noites! 
Noites-luz.

Onde palavras não tem o peso daqui.
Onde apenas a vibração e o coração dão o tom.
Sem mais confusões, sem medos.
Onde a alma vai certa onde quer, livre, feliz.

Lindas noites.
Presentes para o espírito!

Que a memória humana traga pra vigília, que a amnésia sare.
E que, um dia... quem sabe... sejam dias-luz, dias livres, também!



Ana

quarta-feira, 23 de abril de 2014

Minhas perguntas, minhas respostas



Quantas vezes sentimos necessidade de uma orientação, ou de um 'toque'. 
Isso nasce a partir de um vazio ou de um ponto mal resolvido dentro da gente. 
Talvez falte dar atenção a ele... e tudo que permanece sem atenção volta a incomodar. 
E ainda há muita coisa a ser desconstruída. Muita! 

Geralmente procuramos uma mensagem ou um amigo que pareça saber o que dizer. Enfim, vamos procurar fora.
Já fiz muito isso!
E aí outros temas/vazios surgem, e seguimos nossa busca.

Ao procurar orientação, estamos com fome de algo que já sabemos o que é.
Comecei a ME perguntar onde é o vazio, onde dói... o que o MEU coração pede com relação a determinado assunto.
O que a minha alma me pede pra fazer?

E tenho me surpreendido com as respostas, com o belo fluir desse processo. Ficamos surpresos porque duvidamos ou custamos a acreditar no nosso potencial e afinal, foi tanto tempo buscando fora.

Começamos timidamente e talvez até duvidando das respostas... mas depois de certa constância, compreendemos que podemos pular intermediários e ir diretamente à nossa fonte de sabedoria inata.

Não se trata de condenar ou abandonar mestres e ensinamentos. Todas as opiniões são interessantes. E condenar é edificar um muro a mais. Não aguento mais tantos muros! 

O que digo aqui é: e o que brota de você? Tá ouvindo? Se não, ouça!
Mesmo porque a sabedoria dos mestres não cansa de pedir que resgatemos a nossa!

É é tudo maior que isso.
Maior que 'meu' e 'seu'.
No UM somos todos unidos, toda a sabedoria emana o despertar.

Esse processo consiste em emitir aquilo que esteve dormente em nós e que deve brilhar.
É o tão falado empoderamento.

Sinta isso.
Sinta-se.
Ouça-se.
Empodere-se!



Ana

segunda-feira, 21 de abril de 2014

Laços e nós



Laços e nós.
Nós e os nós.

Asas ou pés?
Unidos ou amarrados?

A escolha é livre.

Então...

Livres laços!
E livre escolha!

Até dos nós escolhidos.

Prefiro laços.
E asas.
Entre nós!



Ana

quinta-feira, 17 de abril de 2014

Shhhhh...



A minha cura em muitos sentidos foi parar de pensar demais.
Remoer, planejar, relembrar. Re-doer.

Esvaziar a mente... sentir o agora.
Sabia que isso era importante, mas não praticava.
Parecia que isso significaria perder o controle. E não é.

Pensar demais é fazer planos de como pular na piscina. Sempre de fora. Planos que não dão em nada!
Ou que dão: no achismo... no medo vitaminado que vira um monstro... e outros terríveis etcs.

Sentir, silenciar, é estar já dentro da piscina. Corajosos, inteiros, brincando uns com os outros! Não pelo canal já quase obsoleto das palavras. Pelo canal claro do reconhecimento da vibração, que só acontece a partir de dentro e em silêncio.

Diminuí muito o barulho aqui dentro, e os resultados físicos foram: acabou a dor do maxilar ( bruxona... não, é bruxismo... rsrsrs), acabou ansiedade, acabou o friozinho na barriga, acabou a fome imaginária, aqueeela de estômago saciado.

Esvaziar-se!!!!!
Mas... e o que andam fazendo? É dos que andam fazendo, não é meu.
E o que andam dizendo? É deles também, não meu.
E o que esperam de mim? Não foi criado por mim!

Meu mesmo é o que me dou.
O que crio, o que permito, pra mim.

E eu escolhi criar e manter paz, quietude e interação silenciosa ( porém pulsante) com a Vida.
Falar menos, pensar menos, sentir muito mais.
Fluo com saúde integral dessa forma.

E é por esse canal silencioso e vibrante que tocamos o coração um do outro.
E é mais um capítulo do empoderamento a que nos dedicamos.



Ana

Ondas de crises



Quando a onda é forte, revira a areia.
Assim também, quando a crise vem, revira as certezas.

Benditas sejam as ondas de crises, que com firmeza nos tiram do velho 'lugar' e nos obrigam a renovar nossos rumos.



Ana

Amigos irmãos



Tem amigos que são amigos irmãos.
Na verdade eles são o colo, o porto, o abraço.
Aqueles que marcam com um divisor o antes e o depois de sua chegada, tamanha a diferença positiva que fazem.
Raríssimos, raríssimos. Íssimooos!
É uma mistura de família de alma com o exato momento de aparecer.

Depois que eles chegam, nunca mais você atravessa uma tempestade sozinha.
Eles saem do seu lugar sequinho, e vão pra turbulência com você.
Como se fosse a própria.

Abrem aquela asona alva e imensa e dizem: 'vem aqui pro abrigo quentinho'.
E aí na tempestade do outro, ou no esquecimento da certeza dessas 'asonas', é o outro quem oferta abrigo.

E viver assim é um tesouro cheio de estrelas, é uma dádiva.
Felizes os que já não vivem mais sós, porque tem amigos anjos irmãos, cheios de estrelas.

Dia manso dentro de nós. Mansidão dentro exalando e emanando por todos os lados. 

( Feito pra Carla). ;)

A SUA raiva



Um dia o Buda estava caminhando por uma aldeia.
Um jovem muito zangado e rude se aproximou e começou a insultá-lo.
“Você não tem direito a ensinar os outros”, ele gritou.
“Você é tão estúpido como todos os outros.
Você não passa de uma farsa!”

O Buda não estava chateado com esses insultos.
Em vez disso, perguntou ao jovem:
“Diga-me, se você comprar um presente para alguém, e essa pessoa não levá-lo, a quem pertence o presente?”
O jovem foi surpreendido ao ser feito uma pergunta tão estranha e respondeu:
“Pertenceria a mim, porque eu comprei o presente.”

O Buda sorriu e disse:
“Isso está correto.
E é exatamente o mesmo com a sua raiva.
Se você ficar com raiva de mim e eu não me sentir ofendido, então a raiva cai de volta em você.
Então você é o único que se torna infeliz, não eu.
Tudo o que você tem feito é SE machucar. ”

Fonte: www.budavirtual.com.br

Ana

Brigas



-Briga antiga:
Eu te odeio!
Vá para a &%$()*&¨$#@!!!!!
Nunca mais quero te ver na minha frente!
Seu &¨%$#@!!!!!!

-Briga dos seres que estão despertando:
A tua essência é linda, mas você aqui na 3d é um *&¨%$#@!!!!!!
Olha meu amigo, desse jeito você vai ficar indefinidamente na tridimensionalidade!
Eu o amo, mas vou amorosamente escolher te deixar ir.
Anjo entupido de amnésia!!!!

Aaaaah vamos rir! :DDDDDDD

E...
Deixemo-nos em paz.
Deixemo-nos em paz.
Deixemo-nos em paz.

Lá onde as essências 'são', estamos rindo e celebrando, em inalterável paz.

Mas e aqui... aqui quando não flui, ou a gente retira o que impede o fluxo, ou segue por outro caminho.
Sempre, senhores das nossas escolhas.
Né? 

Ana!!!!!

O fruto do êxtase



Desconfio das palavras bonitas e tão bem planejadas. Elas quando brotam ‘certinhas’ são geralmente repetições. Sem riscos, sem exposição, sem gana. O fulano acha, sei lá quem acha. 
Tá! Mas e você? O que acha ( sente)?

Acredito nos êxtases, eles contam do nosso ‘parecer de alma’.
Nessas horas, vejo o medo amordaçado pela coragem, num canto, pelo poder de criação nutrido e com ‘saúde’. 

Celebro, lendo e vendo a voz do SEU e do MEU coração LIVRES.

Ah mas o medo se solta. Danado! E aí emite acusações e separações. Tô de olho nele...

ANJO, quando conseguir escapar das suas limitações... mostre-se.... mostre-se...

Um dia, e está perto, a liberdade será plena.



Ana

Fomes e migalhas



Quantas pessoas ainda se orientam por mensagens ou apoios fora de si.
Buscadores... de algo, ou de alguém, fora de si. 
Um dia se nutrem dessas migalhas, outros não. 
Às vezes as migalhas são indigestas, nada tem para ressoar com o Lar em nós. 

E aí continuam com fome, buscando, buscando.
Quando dentro de todos nós há nutrição farta, há rumo certo.
É como ter um tesouro valioso, e no entanto, preferir as bijuterias.

Fluir pelo próprio sistema de orientação, que é o sentir, é o nosso processo de empoderamento mais urgente.
Que saciará todas as nossas fomes.
E enquanto isso... e antes disso... a fome continua: buscar, buscar...

Dia lúcido pra todos nós.

Ana

Essa tal euforia



Eufóricos esquecemos os micos. 
Dizemos, cantamos, enfrentamos.

Sorriso, impulso, coragem, alegria, vontade.

Bom seria anotar a fórmula da euforia que constrói, feliz.
A fórmula ou o caminho.

Como eu volto toda vez que quiser?
De que medos preciso me despir para estar tão bem, tão feliz assim?

Muita coisa grande construímos nesses momentos, em que a alma diz com força e certeza: sim, eu posso, eu consigo.
E como numa corrida com obstáculos, pulamos todos, e atingimos a meta.
O impulso era tão grande que fez os obstáculos parecerem sem importância.

O segredo da euforia. Tem algo ali pra nós.

Bom dia pra todo mundo.
Não há separações, qualquer ideia de separação é na verdade uma brutal ilusão.
Somos UM!

Ana

E lá estavam eles...



E lá estavam eles
Brigando por palavras
Julgam umas corretas, outras não
Umas cabem em seus caixas estreitas, outras não

E se separaram por isso
E perderam vitalidade nisso

E o sentir
Esse poderoso
Jaz empoeirado.

Imagem de Greg Newbold

Ana

Pendências



Não adianta.
A gente não 'vai' inteiro se tem coisas por resolver.
Se tem abraços por dar.
Se tem um 'me desculpe' engasgado.
Aquilo volta sempre, como algo por consertar. 
E enquanto não é feito, um nó, entre nós, existe.

Mova o que for preciso!
Coloque os pingos nos 'is'.
Cave, fique olho no olho.
Depois, dê aquele abraço de olhos úmidos... peça desculpas se for o caso, ou diga um grande sincero 'eu desculpo, está tudo bem'.
Ali à sua frente: não está um oponente, está um IRMÃO!

Nada PENDENTE dá certo, entenda!
A paz que vem depois é imensa, não tem preço.

A partir daí, prosseguimos sem nada daquilo que ficava voltando e voltando num ciclo que rouba vida... porque mágoas voltam sempre... mal-entendidos, coisas por resolver, são como névoas... sempre ali, sempre presentes...

E resolver LIMPA.
Deixa brilhando.
E ficamos prontos para VIVER sem pesos.

Recomendo.
Ah se recomendo! 

Bom dia!
Aliás, bom, ótimo, tudo que você escolher!
E se for fazer, esteja ali por inteiro. 

Na imagem: um mergulhão, fundão, por inteiro!
Um dedinho só, um pezinho só, que vivência isso traz?
EXPERIENCIE!

Sem medos, agora, já!
Anjo agora humano, mostre a que veio! 

Ana

Coitadinhos!



Aprendi que dó não cura ninguém. 
Já segurei NÃOS por achar que ia doer e assim, foi ficando tarde demais pra dizer. 
Ajudar versus alimentar a preguiça de alguém de enfrentar-se quase se tocam numa linha tênue. 

Certas pessoas vão entrando, entrando, te entregando suas dores, suas necessidades, e quando você vai dizer 'ei, o que está fazendo?' , é preciso ter antes a consciência de que deixamos, permitimos.

Dramas, chantagens emocionais, tudo isso está no pacote daquele que entra em sua vida, deita no sofá com os pés sujos, come o que tem de bom em sua geladeira e ainda chora se você chama a atenção. 'Sou coitadinho, não faz isso comigo'.

Demorei demais pra compreender esse processo.
Agora chega.
Talvez você ainda caia nessa perda incrível de energia.
Fica a dica!

Ana!

domingo, 13 de abril de 2014

A proposta original



Eu construo um Novo Mundo. 
Escolho ações lúcidas e íntegras. Mansas, pacíficas, amorosas.
Coração empoderado fluindo a partir do Lar, e criando. 
É essa a proposta original. 

Que a Terra seja construída cada vez mais com menos palavras gastas, e com muito, muito mais emanação clara e desperta de corações cientes de si e do todo.
Cientes do seu papel importantíssimo e decisivo.

Não somos apenas expectadores desse movimento de renovação.
Somos sim, os agentes responsáveis por ele.

Só falta a consciência plena disso.

Ana

sábado, 12 de abril de 2014

Ainda há tempo



E os grandes vieram. 
Deixaram seu povo, grande parte de seus poderes. 
Amanheceres incríveis, parcerias eternas. 

Vieram. 
Porque sabiam que fariam toda a diferença.
E estão aqui.
E estou aqui.

E eu vejo meus amados grandes, sei onde estão, reconheci muitos.
E que tristeza!
Construíram muros com tijolos de proselitismo e separativismo.
Julgam, crucificam e furam os olhos do outro que até ontem, abraçavam.
Egos nababescos criam textos cheios de farpas a pretexto de iluminar.
Mas de que 'luz' estão falando?
Da que brota de um coração emitindo separação? Uau!

Eu sei que a voz do UM ecoa de vez em quando aí dentro e faz corar suas faces.
Diante do sublime compromisso e do resultado pobre.
Ainda há tempo...

Ana

segunda-feira, 3 de março de 2014

Mais ou menos ou inteiro?



Frescuras, dramas, 'mimimis', tomam uma parte muito importante de nossas vidas. Modismos, 'necessidades'.
Desperdiçamos tantos momentos preciosos nessa porcaria toda!

Pessoas que quase partem daqui, como sobreviventes de acidentes, ou os que passaram pela conhecida 'quase-morte', quando voltam começam uma vida sem frescuras, uma vida 'plena de agora' e vivem como se ( e pode ser mesmo) não houvesse amanhã.

Que não precisemos de grandes chacoalhões da vida pra perceber isso.

Perdoe, abrace, fale o que sente, dance sem vergonha, lamba os dedos, ande descalço, ria até chorar, e chore até começar a rir de si.
Agora! Já!

Meia vida, meia entrega, meio momento: que sem graça!

Você se esforçou pra vir até aqui, está aqui, então dê o seu recado, claramente, inteiro! JÁ!



Na imagem: coração nas estrelas? tudo bem! o meu também está lá!
Mas já que está aqui, esteja com vontade, com entrega, mãos à obra!

Ana