quinta-feira, 28 de abril de 2011

Vida de elefante



Você já observou elefante no circo? Durante o espetáculo, o enorme animal faz demonstrações de força descomunais.
Mas, antes de entrar em cena, permanece preso, quieto, contido somente por uma corrente que aprisiona uma de suas patas a uma pequena estaca cravada no solo.
A estaca é só um pequeno pedaço de madeira. E, ainda que a corrente fosse grossa, parece óbvio que ele, capaz de derrubar uma árvore com sua própria força, poderia, com facilidade, arrancá-la do solo e fugir.

Que mistério! Por que o elefante não foge? Há alguns anos descobri que, por sorte minha, alguém havia sido bastante sábio para encontrar a resposta: o elefante do circo não escapa porque foi preso à estaca ainda muito pequeno.

Fechei os olhos e imaginei o pequeno recém-nascido preso: naquele momento, o elefantinho puxou, forçou, tentando se soltar. E, apesar de todo o esforço, não pôde sair. A estaca era muito pesada para ele. E o elefantinho tentava, tentava e nada.

Até que um dia, cansado, aceitou o seu destino: ficar amarrado na estaca, balançando o corpo de lá para cá, eternamente, esperando a hora de entrar no espetáculo. Então, aquele elefante enorme não se solta porque acredita que não pode.

Para que ele consiga quebrar os grilhões é necessário que ocorra algo fora do comum, como um incêndio por exemplo. O medo do fogo faria com que o elefante em desespero quebrasse a corrente e fugisse.

Isso muitas vezes acontece conosco! Vivemos acreditando em um montão de coisas: que não podemos ter, que não podemos ser, que não vamos conseguir..., simplesmente porque, quando éramos crianças e inexperientes, algo não deu certo ou ouvimos tantos nãos que a corrente da estaca ficou gravada na nossa memória com tanta força que perdemos a criatividade e aceitamos o "sempre foi assim..."

Poderia dizer que o fogo para nós seria: a perda de um emprego, ou algum Outro problema ou algo que nos fizesse sair da zona de conforto. A única maneira de tentar de novo é não ter medo de enfrentar as barreiras, colocar muita coragem no coração e não ter receio de arrebentar as correntes!

Não espere que o seu "circo" pegue fogo para começar a se movimentar. Vá em frente!

Autor desconhecido



Ana diz: ah não, esse baixo astral não combina com o nosso grande momento evolutivo! Vamos soltar esse elefantão tão lindo esperando para ser feliz?

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Relatos do UFO Stalker


Caso 28816 – Alabama - EUA

Avistamento: 25/04/11

Informação: 25/04/11

Objeto que mudava de forma

Nosso vizinho disse que viu um ovni na noite anterior, mas nós não o atendemos no momento do avistamento, quando ele bateu na porta.Esta noite ele bateu na porta e nós fomos para a estrada na frente da nossa casa. No céu havia o que parecia à primeira vista, ser uma estrela com luzes de várias cores piscando. Eu tinha binóculos,e todos olhamos, minha mãe, seu amigo, o nosso vizinho e sua esposa, e todos se revezavam olhando para a forma no céu.

Ele mudou a forma várias vezes. A primeira que vi parecia a cabeça de uma flecha, em seguida, como um diamante, então como ele estava decolando (ele ficou menor e tinha traços de luz em torno dele, parecia que estava se afastando, mas não ia a qualquer lugar). Em seguida, ele parecia a metade de uma medusa. Ele tinha uma luz branca muito brilhante , também haviam as luzes amarela, azul, verde e vermelha. As luzes brancas eram constantes.

Tinha o que parecia ser uma luz laranja pendurada atrás e embaixo. Era pequena no céu como se fosse longe, mas passou um avião e esse era menor. Minha família foi para dentro por um momento. Antes que eu entrasse vi que ficou menor e passou como se fosse uma espécie de dança. Entrei e disse o que eu tinha visto. Eu peguei o binóculo e fui para trás da casa. Ele não estava mais no mesmo lugar, ele tinha se mudado para uma milha ao norte ( eu não o vi passar, eu só o vi longe). Eu vi a sua forma muito bem antes que ele simplesmente sumisse. Eu fui pesquisar se poderia ter sido o satélite Nano Sail-d, para ver se era isso que eu estava olhando, mas naquela época ele estava sobre a Austrália. Não encontrei um satélite que estivesse sobre a região naquele momento.



Caso 28829 – Washington - EUA

Avistamento: 26/04/11

Informação: 27/04/11

Objeto grande em forma de triângulo

Estava dirigindo e vi uma enorme esfera brilhante de luz pairando sobre a ponte azul em Washington Kennewick, onde eu moro, eu o avistei por 10 minutos e depois ele voou na direção do rio e da terra para o quintal de alguém. Eu atravessei a ponte de carro e tentei descobrir onde ele pousou, e durante o tempo que eu fiquei lá ele foi para trás e começou a pairar sobre a ponte de novo.

Eu fiquei onde estava assistindo antes, e finalmente, ele começou a se mexer em direção ao meu carro, eu pude ver que era uma forma triangular muito grandes , ele estava calmo e não fez nenhum tipo de ruído. Eu já vi esse mesmo OVNI em três ocasiões, agora eu estou curioso para saber porque estão na minha cidade.



Caso 28834 – Michigan - EUA

Avistamento: 08/04/11

Informação: 27/04/11

Suposto ovni em foto do céu

Meu namorado estava dirigindo no caminho para chegar à casa dele e ele gosta de tirar fotos do céu. Ele tirou duas fotos naquela noite. Há 3 segundos entre uma foto e outra.

Foi só depois que havia algo na imagem que parecia parecido com o que é classificado como um OVNI. Eu tenho sempre visto UFOs na televisão em especiais e tudo mais, mas este, era assustador. Ele não conseguia ver onde estava indo ou o que ele realmente parecia fazer porque estava indo tão rápido e ele estava dirigindo. Tudo o que posso dizer é que eu nunca percebi que eles estavam tão perto de nós.

Link das imagens:

http://www.mufoncms.com/files/28834_submitter_file1__downsized_0503002048.jpg

http://www.mufoncms.com/files/28834_submitter_file2__0503002048a.jpg



Caso 28837 – Florida - EUA

Avistamento: 27/04/11

Informação: 27/04/11

Objeto oval prateado do tamanho de um campo de futebol

Foi dia 27 de abril, as 14h27, eu fui lá fora fumar um cigarro com meu pai e ele olhou para cima e apontou e disse: o que é isso, um OVNI? Eu olhei e disse: sim, estranho, o que é isso. Foi indo para a esquerda e era como um Frisby ( disco de brinquedo). Tinha algumas janelas pretas que giravam como um ventilador. Arrancou bem rápido. Então, estranhamente ele parou por uns 20-30 segundos.

Ilustração feita pela testemunha:

Era prateado. Tinha pelo menos o tamanho de um campo de futebol. O tamanho que eu vi foi maior do que qualquer outro avião que os EUA têm feito. Então, depois parou e voltou à esquerda da árvore, que bloqueou a minha visão, e depois voltou. Estava calmo no começo, mas depois fiquei com medo, ansioso, como se algo estranho tivesse acontecido. Ele tinha ido 14h29, olhei para o relógio, quando ele foi para trás da árvore e fui pegar a câmera. Farei se preciso juramento sobre a bíblia. Não era um avião. A única vez que eu vi algo como isso foi em programas sobre UFOs. Era OVNI e eu não sou louco. Eu moro em Engelwood, Rotanda oeste, FL.



Caso 28841 – California - EUA

Avistamento: 27/04/11

Informação: 27/04/11

Objeto brilhante registrado em imagens

Eu estava no meu quarto com minha namorada e filha. Comecei a olhar pela janela para verificar o clima. De repente um objeto brilhante chamou minha atenção.

Eu decidi ficar olhando para ele. Eu olhei para ele por cerca de cinco minutos e então eu mostrei para minha namorada. Nós olhamos para ele durante cerca de um minuto ou coisa assim. Pedi a minha namorada para ficar de olho nele quando eu fui ao carro para pegar a câmera. Voltei, e ele ainda estava lá. Tirei três fotos do objeto. Foi de norte a sul. Mudou-se muito lentamente, então ele parou um pouco. Então ele continuou indo para o sul. E eu perdi a visão dele.

Link das imagens:

http://www.mufoncms.com/files/28841_submitter_file1__SAM_0712.JPG

http://www.mufoncms.com/files/28841_submitter_file2__SAM_0713.JPG

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Moraine e Justine, da Nave Athabantian

UNIDADE A PARTIR DA DIVERSIDADE

Mensagem de Moraine e Justine
por Mark Kimmel em 24 de abril de 2011


Saudações da Nave Athabantian
Hoje nós viemos com mais observações sobre a Terra e seus habitantes humanos. Cremos que as palavras que se seguem os ajudarão durante a transição para suas novas vidas.

Em uma observação inicial do seu planeta podia se perguntar do que se tratava tanta excitação, por que todos estavam tão ansiosos para estar nesta esfera de energia escura nesta época.

Após um exame mais minucioso viu-se que as almas que encarnaram aqui se consideram afortunadas por participar da experiência da Terra, principalmente durante estes momentos finais do drama de Terceira Dimensão.

Após o exame minucioso nós vimos o esforço maravilhoso que muitos estão fazendo para emergir da escuridão do controle mental para a luz da existência centrada no coração.

Então foi somente depois de termos observado por um tempo que nós viemos a entender por que você foi voluntário para participar deste cenário, Mark. Foi somente depois que nós observamos o quanto você gostava dos desafios da vida na Terceira Dimensão da Terra que nós entendemos. Foi somente depois que nós vimos a evolução da alma resultante da transição das condições escuras de sua vida prévia até onde você está hoje que nós entendemos por que você empreenderia tal encarnação.

O que então nós vimos foi uma riqueza de experiência que não existe em lugar algum no Universo.

O que nós vimos foi a oportunidade de experimentar a diversidade da vida vegetal, animal e humana não disponível em qualquer outro planeta: diversidade de paisagens das montanhas aos desertos, dos oceanos, do verde ao marrom, do árido ao viçoso, e do fértil ao estéril. Então nós observamos suas cidades e o contraste delas com o campo menos populoso - e entendemos por que cada um tem seus encantos.

Durante a observação da diversidade de experiências, nós percebemos os detalhes das vidas humanas, tal como a oportunidade de consumir uma enorme variedade de alimentos. Só isso ocupou nossa atenção por um bom tempo. Cada região tem sua própria peculiaridade alimentar, cada região tem seus próprios vegetais nativos, e cada uma tem seus próprios meios de aproveitar a abundância do solo. No nosso planeta lar, não temos nada que se aproxime dessa diversidade de delícias culinárias.

Então nós entendemos: tudo foi trazido à Terra provindo de todos os lugares. Este é o grande experimento para o Universo. Os vegetais foram trazidos de muito longe, os animais foram contribuições de outros planetas, e os humanos vieram de sistemas solares distintos. Esta é a riqueza da vida na Terra que deixa estupefato quem está acostumado a menos.

Então há a dualidade de sua existência. Há aqueles que saqueiam o planeta junto com seus amigos humanos para seu próprio proveito. Em contraste há aqueles que genuinamente amam a Terra, honram-na pela generosidade dela, e amam seus irmãos humanos. Somente quando se compreende a diversidade na Terra é que se vê a dualidade expressa de tantos modos diferentes.

Não é somente o tirano e seus escravos; também é o marido e a esposa subserviente. Não é somente o super rico e o pobre, é o dono da casa que emprega ilegais para pagar muito pouco para ter a casa e o jardim cuidados. São aqueles que se sentem superiores porque são ricos ou poderosos versus aqueles que se sentem impotentes porque foram criados para respeitar a autoridade ao invés de serem verdadeiros consigo mesmos. Novamente, é a diversidade de formas como a dominação se expressa que é tão interessante de se observar. Mas nós não julgamos o papel de ninguém que participa do drama da Terra, pois todos são necessários para dar riqueza à experiência e ação neste drama.

E também estamos muito intrigados com a transformação de humanos individuais em contraste com a experiência tão diversificada da Terra. Pois a transformação humana é tão diversificada quanto o planeta em que está ocorrendo. Nenhum humano entende da mesma forma as coisas que estão ocorrendo ao redor dele. Ninguém entende o que está acontecendo consigo, como um indivíduo, da mesma forma.

Seu relacionamento com a Terra está mudando ao verem-na através dos olhos daqueles que estão numa densidade superior. São vocês que estão mudando muito mais do que a Terra. A Terra está consertando os abusos em seu solo, água e ar - eliminando as consequências dos atos de humanos ignorantes. Os humanos, por outro lado, estão ascendendo para uma densidade superior, na qual eles verão a Terra e cada um dos outros a partir de seus corações ao invés de suas mentes.

Aqueles de nós que estão em densidades superiores geralmente funcionamos como membros de um coletivo. Devido à nossa telepatia totalmente aberta, nós compartilhamos a mesma mente, compartilhamos as mesmas visões, e compartilhamos as mesmas opiniões. É-nos um grande espetáculo observar toda uma raça em que muitos poucos - se houver algum - têm a mesma mentalidade, têm a mesma crença, ou veem do mesmo modo. É realmente notável; estamos honrados por estar aqui.

Nós também observamos que as várias energias atuando no seu planeta enquanto sustentam a mudança direcionada para a Unidade maior, não estão resultando em mudanças a respeito da diversidade. O plano original era integrar as formas de vida que foram trazidas para seu planeta - para fundamentalmente se ter uma nova raça de humanos. Isto agora está sendo substituído pela diversidade dentro do movimento em direção à Unidade ao invés de uma nova raça de humanos integrados. Será muito mais interessante observar o que acontece a respeito da diversidade e da Unidade quando a telepatia ocorrer entre os humanos ascendidos para a densidade superior, os habitantes de uma Terra pós-transição.

E tudo isto está ocorrendo num único planeta, não entre os planetas de um sistema solar, não dentro de uma vasta galáxia como Andrômeda. A Terra é o ponto focal desta diversidade, e como tal, ela é a expressão disto para todo um universo. Esta é outra razão para tantos de nós estarmos aqui para assistir a maravilha de sua transformação, pois vocês realmente são a culminância de muitos aspectos do universo.

E então há os trabalhadores da luz, tal como você, Mark, que estão despertos para o quadro maior. Mesmo entre aqueles que veem o quadro maior, praticamente não há consistência em sua visão dele, em seu entendimento dele, ou em suas crenças nele, ainda que haja uma linha unificadora de aceitação e de amor que transpassa toda essa diversidade.

Cada um de vocês - humanos que estão despertando e trabalhadores da luz - está refletindo ao Criador suas experiências, insights e amor, a partir de muitas perspectivas. Nossa compreensão é que este triunfo da diversidade dentro da Unidade é um sinal de que tudo agora irá mudar dentro da criação. Como nós dissemos numa transmissão anterior, o que está acontecendo na Terra sinaliza uma grande virada para todos os universos. Agora, no lugar de uma expansão infinita, começará uma contração até que tudo seja Um com o Criador.

Vocês agora estão atingindo o apogeu deste drama; ele se torna a cada dia mais excitante. As mudanças da Terra estão se aproximando do clímax conforme a Terra elimina os medos, o rancor e a ganância que por tanto tempo foram expressos por seus hóspedes humanos. Que experiência maravilhosa para se participar. Mark, agora nós entendemos por que você insistiu tanto para estar aqui neste momento. Estamos aqui para ajudá-lo nesta transição. Fique bem e aproveite todos os momentos da experiência.

Eu sou Moraine, e eu sou Justine. Nós somos de Andrômeda. Nós amamos cada um de vocês, os humanos vivenciando a grande mudança, incondicionalmente, e desejamos somente o melhor para todos vocês.

Fonte: http://cosmicparadigm.com/Athabantian

Tradução: SINTESE

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Luz de Gaia – http://www.luzdegaia.org/outros/diversos/bio_diversidade.htm

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O processo das mudanças em nossos padrões de comportamento estão acelerados. As mensagens, ou recados do céu, que nos chegam continuamente, falam dessa nova forma de sentir as coisas, que é nada mais que: resolver, deixar ir o velho e apenas sentir o agora. Simples. Essa é uma das nossas mais importantes lições de casa a fazer, sem dúvida, porque ela é colocada em destaque continuamente, tanto a pedido do nosso Eu, quanto externamente, pelas mensagens.

Acho que cada um de nós já leu a respeito mais de uma vez, senão muitas vezes. Eu já escrevi esses conceitos muitas vezes. Ler, falar a respeito, saber da existência é uma coisa. Entronizar, viver como realidade o novo conhecimento, é outra. Então vamos ver se estamos colocando em prática mesmo?

Nós trazemos conosco uma grande bagagem, de tempos imemoriais. Um aspecto dela é o que trouxemos de Casa, onde acessamos nossa divindade, pureza, Luz. A vontade de ser criança, de voar, de ser um com todos. Bendita bagagem, bagagem luminosa! Mas nós vamos falar mais demoradamente da outra. Aquela grande mala pesada e sem alça, aquela que transporta nossos conceitos advindos de experiências de vida. Quase toda ela é ilusão, impressões que fomos acumulando, conceitos que fomos formando, e convenhamos, a forma de enxergar as coisas está se clarificando hoje em dia, então era bem vesga a visão que tinhamos do que víamos. Delas nasceram impressões, que ficaram gravadas. Isso se tornou nossa historia de vida, vivências que, notemos ou não, usamos como referência todos os dias, em cada momento NOVO que chega. É isso, alma querida, irmã da minha, é isso que precisamos deixar ir, e vamos entender porque.

Nós somos resultado de algumas construções. Temos aquilo que nos foi ensinado quando éramos crianças, noções de vida que ensinaram aos nossos pais, que nos foram transmitidas . Aqui, temos em muitos casos, o ponto fraco, o processo poda-asas da maioria das pessoas. “Filha, é muito feio fazer tal coisa, uma boa moça jamais fará tal coisa”. E de cabelos brancos, esse “ensinamento” ainda me volta, sem que eu perceba ou queira. Foi sulcado em mim, assim como foi em todos os que receberam as mais loucas versões de como se portar. E a nós, que queremos sair do estado de coisas rançosas e ultrapassadas, a nós nos cabe falar disso, pensar nisso, identificar e esmiuçar esse amontoado de bobagens e enfim, nos desfazermos deles. Saberemos que estamos fazendo isso quando identificarmos a velha noção chegando, toda empoeirada e caquética, e nosso interior disser um belo NÃO, ISSO É BOBAGEM. Muito foi perdido, muito escorreu pelos nossos dedos, por usarmos como referência crenças vazias, tradicionais, pobres. Muitas mangas foram deixadas de serem saboreadas, porque tínhamos tomado leite momentos antes. Ria disso tudo, querido leitor. Vamos curar isso? Visualize-se, lembre-se, de como agiu, sendo o bom filho ou boa filha, que por amor aos pais e por ter coração puro, e por querer fazer o melhor, (que é o que parecia isso tudo: o melhor) , obedeceu esses ensinamentos. Na verdade, os pais passaram com excelente intenção, mas são lixo, lixo poda-asas. E eles também foram castrados por acreditarem nisso.Você não será ingrato se fizer isso, visualize seus pais compreendendo os equívocos, rindo com você disso, os abrace. Tente imaginar você se desfazendo do seu enorme saco de crenças supersticiosas e velhas que carregava nas costas, algo pesado e desnecessário que você levou por onde ia, e usava como referência. Bendito seja seu coração bom que acreditou, e o coração bom dos seus pais que achavam que faziam o melhor. Bendiga isso tudo! Mas é hora de acabar. Que você agora não carregue mais essas noções, que esse jogo de imaginar que fizemos o ajude, e quando você estiver, e estará, diante de tantas novidades, não consulte mais seu banco de dados velho! Já te falo sobre “qual programa” usar.

Olha que parágrafo grande deu nossa historia de vida cheio de crenças infantis? Sabe, querido leitor, eu conheço muita gente por esse mundo virtual tão grande, são relacionamentos mais afins e próximos do que muitos dos quais eu aperto a mão, na realidade física. Quantas vezes ouvi “ sou assim porque fui ensinada assim, desde criança, isso é muito difícil mudar”. Eu mesma carregava os meus, e sei do tamanho disso.

Vamos agora para as dores que você mesmo fabricou. É mais um saco cheio que carrega nas costas. Você leva ele pra onde vai. E quando precisa remexe nele pra achar algo que corresponda ao que vive, uma velha saída pra uma nova situação. Tem algo errado aí, não acha? Desde criança, você reagiu a cada situação nova que viveu. Algo te machucou, você arquivou aquela sensação. Você estava indo além, mas algum comportamento alheio te fez se sentir rejeitado, incapaz, pequeno. E você arquivou essa dor. Quando algo hoje dá sinais que vá machuca-lo de novo, você acessa aquele desconforto, e REAGE da forma que machuque o mínimo possível. Você criou um escudo, está se defendendo. Exemplos? Você conhece um novo amor. Remexe no seu saco de vivências e busca algo que se aproxime da energia. CLASSIFICA essa situação nova com uma vivência que teve há anos, e se aquela foi ruim, coitado do novo amor, ganha um tchauzinho. Outra? Você sente uma presença do seu lado, um ser que você não sabe quem é, está ali. Você não o vê, mas sente. Isso é novo para você, e não sabe o que fazer. Remexe no seu arquivo MORTO e encontra noções absurdas de uma mistura de religiões ou crenças que teve acesso até hoje. E com base nesse amontoado de confusão e superstição conclui: isso não deve ser bom pra mim. E corta a conexão, não o sente mais do seu lado. Era um Ser Amigo, queria te dar umas dicas. E ainda você, “muito esperto” pensa: “viu só? Devia ser algum obssessor, eu não quis, ele foi embora!”

Somos ainda tremendamente ligados às noções de bem e mal. Você consegue perceber o que tem feito? Você está analisando o novo que te chega a partir de vivências velhas que teve. Régua velha pra medidas novas. E se aquele seu novo amor ( que já foi embora) era diferente de tudo que você CONHECE? Você permitiu-se senti-lo? Se olhar de cima, vai ver que tem andado em círculos, aplicando às novas situações conceitos velhos, e repetindo, repetindo, repetindo. Por isso o convite a esvaziar-se e apenas sentir o que te chega está sendo feito com tanta efusividade, para que você entre na nova situação desarmado, sem conceitos definidos. Para que não faça planos nem tenha expectativas. Expectativas. Perceba o que é uma expectativa. Você traça uma série de comportamentos e situações, lá, com seu o programa de vivências antigas, resolve que aquilo é o melhor que existe, e joga nas mãos de alguém. Toma: você DEVE SER ASSIM. Faça-me feliz. Enxerga o desatino que é isso? E se não é cumprido conforme você traçou, você se permite magoar, machucar, entristecer. Vamos acordar? Vamos parar de estragar as belissimas novas páginas que a vida nos manda?

Sobre comportamentos. Vamos entender como estamos agindo. Sabe quem é o cara durão, que usa aquelas palavras bem doloridas, e te assusta com aquele jeitão bem ogro? É um menino bem medroso! Ele aprendeu uma técnica que tem funcionado bem. Ele fere antes que o firam. Ele afasta os “adversários” antes que eles percebam o quanto ele carrega feridas e antes que eles enxerguem e cutuquem essas dores. Esse menino durão e bravo precisa de amor. Precisa de espaço para mostrar-se e ser acolhido, para que confie em si novamente. E precisa entender que a vida não será sempre a dor que foi um dia. Que graça tem mesmo viver assim? Vamos sair disso?

Falando do conhecido e do novo. Nós abarcamos pouco das situações. É a conhecida imagem da ponta do iceberg. Sempre há muito mais que não acessamos, e então como podemos emitir juizos de valor do que não conhecemos? E pra que emitir? Porque apenas não deixar fluir? Eu olho para meu carro e vejo o meu carro. O mecânico olha para o meu carro e vê o motor, toda uma engrenagem que eu nem imagino como funciona. Ele conhece a fundo, eu não. Como posso querer aqui explicar como funciona, se eu não sei? Use isso para o seu agora. Como pode querer classificar, rotular uma situação nova se você ainda não a conhece? No entanto, é isso que faz, usando noções velhas.

Hoje, somos convidados a aprender como funciona o motor do carro. Somos convidados a deixar os métodos que usamos tanto e a aprender um novo. Como? Diante de cada situação, esteja limpo, sem saco de entulho nas costas... sinta apenas, não compare, que comparar empobrece sempre. Tente ver como é esse novo motor, como ele funciona, esqueça todos os outros que já conheceu. A grande solução é nosso grande desafio: sentir, apenas sentir. Identificar o chatíssimo ego querendo novamente levar a nova situação para o velho sistema usado até hoje. Poxa vida, e cortar. Cortar até que seja natural não mais acessar. Vamos experimentar? Anjos humanos gostam de experimentar o novo! Aqui unidos em intenção nesse texto, tentemos lembrar de quantas situações novas e boas foram abortadas sem que nem tivessem tempo de mostrarem-se, pelos nosso medo de sofrer. Até quando vamos continuar dispensando tanta coisa prazerosa e nova? Agora que você entendeu esse mecanismo, identificou, atualize-se.

Meu irmão de jornada, nesses tempos de profundas mudanças, creia que somos todos solidários nas nossas dores. Não há algozes, há falta de entendimento, e cada um faz o que pode, com o que conhece. Iniciemos uma nova forma de enxergar a vida. Mais leve, mais simples, mais criança. Desarme-se, perdoe, descomplique. Derrubemos as barreiras que nos separam do outro, nós estamos juntos nisso.

Com as minhas mãos unidas nas suas, em Unidade e Alegria,

Ana Paskakulis.

http://navecomando.blogspot.com/

Contágio


Por Frank
Se há um contágio do que não presta; se padrões destrutivos são reproduzidos por toda a Terra, nas ondas da internet ou nas conversas; gostaria de propor um outro tipo de contágio... quero que você pegue alegria! Atchim, espirre assim!!!

Sim, quero que você se contagie de alegria; e que essa alegria, ao invés de te fazer adoecer ou querer o que é do outro, ela possa ter efeito inverso, e te faça se sentir um biscoito premiado dentro da caixa de surpresas do universo, pois você o é!

Entre todas as maravilhas que Deus podia ter criado, entre a girafa e o planeta XRT44, o Criador decidiu, em algum momento, te fazer você para estar aqui ao nosso lado. Ou você acha que você simplesmente surgiu assim, todo inteiro e perfeitinho do nada?

Mais que nada, sai dessa tristeza que vou te contar, que se em algum momento, você foi contagiado com a fé que não há ALGO MAIOR que eu e você, saiba que você estava rendondamente errado. Tenha certeza de que há ALGO MAIOR que a gente, e o que há de MAIOR é a alegria usada para fazer você do jeitinho que você foi feito, e se você procurar, buscar aí dentro de você, ainda conseguirá encontrar essa alegria usada, no tempo quando você foi feito; e se der uma mexidinha nela, vai perceber que ela vai virar um pózinho mágico que vai voar e te fazer espi...espi...espi...espirraAAAAr: SORRISO!!!!!!



Atravessando a zona de transição

Por Lauren C. Gorgo

No início da semana passada eu ouvi vagamente estas palavras ao amanhecer: “Ouve! É altura de libertar as feridas do processo de purificação”

Lembro-me de pensar para mim mesma nesse estado de vigília nebuloso…”uau, seria agradável!” Depois acordei. Olhei preguiçosamente ao meu redor, reparei nas habituais sensações de desintoxicação celular acompanhadas pelas mesmas velhas dores de cabeça e depressa voltei a adormecer pensando…”como se”.

Uns dias mais tarde, sentei-me para digitar esta mensagem dos invisíveis:

“É hora dos pavimentadores de caminhos da humanidade nova libertarem as feridas do processo de purificação.”

Imediatamente me recordei da manhã em que ouvi primeiro estas palavras (mas ignorei), embora desta vez compreendendo que uma nova actualização de energia estava a tentar nascer… assim, continuei a digitar.

“Ireis notar que podeis deslizar com muito mais facilidade para uma vibração superior se vos permitirdes aceitar esta verdade plenamente, dentro de todo o vosso ser. Quando vos permitirdes libertar a luta restante, criais o espaço necessário para que uma nova realidade nasça.”

Deixando Ir

Primeiro que tudo, uma rápida mensagem para a brigada dos guerreiros…

Para aqueles de vós na linha da frente… a divisão da 1ª infantaria… não é preciso que eu vos diga que não tem sido nada senão uma luta, desde 2001. Certamente que nem todos tiveram o mesmo T-R-A-B-A-L-H-O de ascensão planetária… estamos espalhados ao longo do mundo com missões diferentes do serviço…mas este grupo particular de soldados espirituais (vós sabeis quem sois) tem sido responsável por, entre outras coisas, limpar (através das suas próprias vidas e corpos) os miasmas (cármicos) genéticos de vários familiares, culturais, raciais, sexuais, de géneros, religiosos, espirituais e colectivos da nova era.

Este grupo mergulhou voluntariamente nas energias mais densas da polaridade (separação) com a única tarefa de encontrar o seu caminho de volta para a neutralidade (unidade) e, ao longo do caminho tem vindo a purificar estas linhagens, em alguns casos, desde o nascimento.

Estas sementes estelares mercenárias têm lutado, escalado e nadado contra uma miríade de estruturas de crença doutrinadas durante tanto tempo que muitos construíram (necessariamente) muros de protecção e criaram calos da condenação sem folga e assédio social/familiar, e até mesmo a perseguição dos tempos modernos daqueles tão profundamente mergulhados na convenção.

Este grupo é a equipa-A, a próxima geração de líderes e, embora possa nunca chegar o reconhecimento pela dedicação, sacrifício e serviço ao planeta e aos seus povos, não importa…o reconhecimento não é aquilo que este grupo de almas procura. Esta tribo está ligada por uma coisa e uma coisa apenas: LIBERdade… e com isso vem o entendimento, baseado no enorme desafio pessoal, de que a única recompensa real na vida é a libertação do medo. Tudo o mais é supérfluo em comparação com o que assegura que o foco do guerreiro é forte, inabalável, e que eles estão plenamente comprometidos em tornarem-se exemplos vivos do pleno potencial humano.

O que nos leva ao próximo nível do deixar ir…

Parte da ascensão da consciência em curso é a compreensão de que não podemos ficar presos em qualquer fase de crescimento ou propósito… incluindo e de forma especial a “fase espiritual”. Devemos continuamente mover-nos para diante e para cima e resistirmos ao desejo de nos identificarmos excessivamente ou de nos trancarmos em qualquer processo, papel, missão de serviço, grupo colectivo ou sistema de cren-ças. No momento em que nos apegamos a essa fase, processo, classificação, grupo ou maneira de pensar, perdemos a nossa liberdade e sufocamos o nosso poder criativo.

O ponto de consciência da co-criação é viver no momento… criar o nosso próximo momento a partir do momento que o precede. O “processo” de ascensão ensina-nos que não estamos aqui para possuir ou manter experiências, mas para nos movermos fluidamente através delas de forma a podermos continuamente abraçar a próxima experiência… e a próxima, e a próxima. O mesmo é verdadeiro para aqueles guerreiros da linha da frente que estão aqui para desmontar o velho paradigma… a fase da luta acabou… é hora de desembainhar as espadas, guardar as armas e alinharmo-nos com a próxima etapa da jornada.

Muitos de nós, e este grupo em particular, estão agora no “processo” de fundir o nosso sistema dos quatro-corpos inferiores (espiritual, mental, emocional, físico) com o nosso Eu Superior, ou modelo divino… que vai, por padrão, magnetizar toda uma nova realidade perceptual e física…mas somente quando estivermos dispostos a deixar ir a fase da luta.

As forças celestiais deste mês em particular, mas especialmente desde a activação da 9ª onda, têm estado a ajudar-nos a baixar lentamente as nossas defesas e a sentirmo-nos suficientemente seguros para sermos verdadeiros de modo a que possamos dar os nossos próximos passos para o desconhecido de forma audaciosa e confiante. Durante as três primeiras semanas de Abril todos temos sido testados, de uma forma profunda ou de outra, para ver se podemos ser responsabilizados pelas nossas escolhas de deixarmos ir realmente… não somente a luta, mas toda a programação passada que nos capacita para libertarmos plenamente o nosso corpo de dor.

Deixar Ir Algo Mais

As nossas vidas novas são pinceladas no meio de serem (re)nascidas nas dimensões físicas e, assim, este mês tem vindo a dar-nos a possibilidade …com o apoio (ler: testes) de alguma poderosa actividade celeste… para também largarmos todos - os últimos pedaços - de resistência ao que é… o que, a propósito, inclui a cren-ça de que nós vamos sofrer este “processo” doloroso para sempre.

Abril tem vindo a pedir-nos para fazermos a escolha final de fazermos o ajuste da velha frequência da dor, do medo e da luta para que possamos ajustar-nos totalmente com a nova frequência da graça. Não é como se a nossa dúvida, a nossa atenção ou a nossa dor fossem inibir o nascimento do novo, é que corremos o risco de perdermos a subtil emergência da facilidade se continuarmos a a-cre-ditar que o que nós desejamos verdadeiramente não pode ser verdade. Por outras palavras… à medida que avançarmos para o segundo semestre deste ano e nos começarmos a aplicar de formas mais físicas, qualquer foco contínuo na luta ou na resistência ao que é vai dificultar imenso e fazer reviver desnecessariamente o sofrimento nos próximos dias, semanas e meses de célere expansão.

Isto não quer dizer que devamos ignorar, evitar ou reprimir o desconforto que sentimos… o desconforto é real. A bagagem que precisamos deitar fora aqui é a resistência ao desconforto… o que cria o sofrimento. Esta é apenas outra forma extravagante de dizermos “presença” ou “neutralidade”… e os invisíveis estão a martelar no meu cérebro que a hora é agora, mais, agora temos o apoio total para entrarmos completamente dentro de nós mesmos e isso significa deixarmos ir todas as ligações remanescentes… incluindo os horrores da ascensão… digo, processo.

NOTA: Só para ser clara…. Especialmente para aqueles que desejavam que eu usasse verniz em cima da viscosidade… eu uso o humor e a irreverência como uma forma de furar o véu…de nos lembrar que, nos nossos momentos mais negros, a vida é ainda um jogo, mesmo quando ela nos aborrece…mas, acima de tudo, para nos ajudar a desligarmo-nos continuamente do “processo”, não a habitarmos nele. Quando pudermos cavar a nossa viscosidade auto-criada e rir do horror disso tudo, estaremos a menos de uma polegada de distância de a ultrapassarmos… assim, vale a pena rirmos de nós mesmos. E o humor da razão é a minha droga de eleição porque rir é a mais poderosa forma de presença, de alinhamento, de transcendência que já experimentei nesta vida. Como alguém que passou muitos, muitos anos sentada na minha própria gosma pegajosa, eu garanto-vos que uma abordagem leve para uma jornada tão pesada irá ter resultados mais poderosos do que qualquer reverência ou oração jamais teria. Trata-se apenas de ciência.

Deixar Ir ainda Mais do Que Isso

Na última actualização de energia, eu mencionei que este mês era um ponto de demarcação… é, na verdade, uma zona de transição e O mês para fazermos as nossas escolhas finais… de nos alinharmos plenamente com a nossa nova, verdadeira direcção… de nos levarmos completamente para fora do passado e nos imergirmos completamente no presente, a fim de podermos co-criar o nosso futuro. No mínimo, este período tem sido bizarro… sobretudo porque, mas não limitado ao facto de estarmos a experimentar duas realidades ao mesmo tempo.

É o mesmo pé em ambos os cenários mundiais… onde temos acesso ao velho e ao novo simultaneamente…, mas em esteróides. Sabeis que estais na cúspide de uma grande ruptura se estiverdes sentados em algum lugar no meio de dois sentimentos conflituosos… como poder-vos sentir preocupados, no entanto em paz…excitados, contudo calmos… hesitantes, no entanto cheios de esperança….isolados, mas conectados… doentes, mas bem… caóticos, contudo equilibrados…aborrecidos, mas inspirados.

É uma viagem totalmente mental mas, porque estamos na passagem para atravessarmos (o que eu gosto de pensar como sendo um proverbial túnel), estamos na verdade a fechar círculo em que o fim e o início se encontram… onde a morte é verdadeiramente renascer…e podemos sentir tudo isto absolutamente ao mesmo tempo.

Esta fase de transição é semelhante à morte física em muitos sentidos, mas o mais óbvio é que nos é exigido libertarmos cada período de ligação…

Durante o mês de Março eu tive a honra e o privilégio de ajudar a cuidar da minha tia-avó durante a sua transição física para o “outro-lado”. Não apenas fui chamada para lhe prestar cuidados, mas fui chamada também a um nível superior para servir como embaixadora do amor incondicional… para permanecer como uma âncora e ajudar a manter um espaço sagrado para a sua metamorfose total… para agir como parteira para o seu re-nascimento e, por fim, no último dia, para agir como um porteiro ou “guia de transição” para a ajudar a atravessar no seu dia de graduação.

Eu poderia continuar a falar por várias semanas sobre as formas como esta linda experiência me transformou… sobre quão graciosa e dignificante a minha preciosa tia estava nos seus momentos finais… de como ela ensinou a todos que a amaram algo de diferente, não apenas acerca deles mesmos e do “processo” da morte, mas também sobre quem ela era verdadeiramente em vida: uma guerreira do amor divinamente feminina com grande força interior e uma coragem que somente pode ser encontrada dentro de …. traços que, devo acrescentar, só são visíveis para aqueles que têm olhos para ver.

Mas o que realmente me abalou foi o reflexo claro que vi em todos nós nesta viagem de renascimento… a força-interior que todos devemos alcançar à medida que aprendemos a deixar ir camada após camada de apegos para que os nossos eus verdadeiros possam emergir e brilhar no mundo físico.

Enquanto via todos os apegos da minha tia caírem por terra, compreendi que me estava a ser concedida a oportunidade de testemunhar esta linda entrega de uma vida de idiossincrasias… diante dos meus olhos. Todas as barreiras de protecção que usamos para salvaguardarmos os nossos corações se derreteram na sua debilidade e fadiga…e, no final, tudo o que restava era a pureza, a suavidade, no entanto a esmagadora radiância do amor dentro dela… essa mesma beleza interior que lutou uma vida inteira para se revelar a si mesma plenamente.

Depois, certamente foi a MINHA vez de deixar ir, de libertar os meus apegos à sua presença física e sim, foi doloroso…mas, estranhamente, não numa velha maneira humana. A dor que eu experimentei não foi tanto a dor da perda, por assim dizer, mas mais como a dor da expansão… de assimilar tanto amor com um coração aberto… de estar em tal proximidade da divindade que as minhas células mal podiam conter tudo de uma vez.

Mais do que tudo, a transição da minha tia representou para mim a manifestação exterior de uma longa jornada interior. Para ela, a viagem foi uma vida. Para muitos de nós, a viagem tem a ver com 354 vidas empacotadas em 12 anos mais a compressão do tempo que…quando tudo está dito e feito… se assemelha verdadeiramente a 15.5 minutos no novo tempo terrestre.

Por falar em compressão do tempo… maia alguém está já a sentir a pressão das compras de Natal?

O Que se Segue?

Abril não tem sido fácil em nenhum sentido mas, se haveis abraçado o processo interior de revisão integral, podeis de súbito ser enfeitiçados pelo crescimento provocador, conhecimento e insights que se vêm escoando deste Mercúrio retrógrado. Temos ainda uns dias neste despertar (e estamos ainda a precisar de nos auto-nutrirmos), mas o grande mensageiro ofereceu-nos enormes pedaços de informação potencialmente transformadora de vida ao longo do caminho. Estas peças vitais para o nosso puzzle cósmico de que temos estado à espera durante muito tempo percorreram o seu caminho para a nossa porta da frente este mês… essas mesmas peças que nos vão capacitar, finalmente, para avançarmos e nos aplicarmos de uma forma inteira e completa.

Estas novas peças de informação que estamos agora a integrar vão servir como cartões de embarque para as nossas novas vidas… aquelas manifestações materiais necessárias para nos lançar para as nossas novas direcções com o nosso novo propósito (de nível superior). Até ao momento em que Mercúrio sobe directamente no Sábado, vamos estar preparados para darmos os próximos passos… os passos que estão agora alinhados com os nossos eus, interiores e exteriores…e o movimento de avanço vai começar de novo, embora a um nível completamente novo. Colectivamente, estamos a entrar para um novo nível de potencial humano… um que é multidimensional, integra o masculino/feminino e com nova (cósmica) consciência que nos leva a fazer coisas novas de novas maneiras…maneiras que estão plenamente alinhadas com os nossos autênticos (núcleos) eus.

Esta integração e alinhamento com as forças cósmicas da criação está a levar-nos de onde estamos para onde vamos…mas, a altura que seremos capazes de subir e o alcance do nosso voo, estão inteiramente subordinados à leveza de ser.

“Compreendei que já não existe separação entre quem sois e quem quereis ser.” – Pleidianos

Este mês temos estado a passar por uma actualização massiva em todos os níveis do nosso ser a fim de podermos dar os nossos próximos (primeiros) passos como co-criadores em total alinhamento, para que possamos final e plenamente pensar com os nossos corações.

Mais um para a Estrada…

Mantendo-se consistente com esta actualização integral (também conhecida como martelando no nosso cérebro) … lembrai-vos, a única coisa necessária para abraçar e apanhar a nova onda de amor é deixar ir, deixar ir, deixar ir.

E, quando estivermos completamente capazes de libertar todas as feridas e pensamentos de resistência que mantêm essas feridas vivas, vamos também experimentar uma rápida transformação dos nossos corpos físicos. Eu compreendo que tem sido uma longa estrada até aqui, e compreendo também que há muitas partes de nós que estão habituadas à dor, ao sofrimento e à limitação. Por causa disso, estou a ouvir que “este vai ser o maior salto de fé necessário”.

Mas a nossa disposição para apenas SER (para libertar expectativas, medos e ideias preconcebidas do que vai-ser) é tudo o que é/foi sempre necessário para mudar… e esta mudança está agora a acontecer com ou sem a nossa participação. Todos temos a escolha de bloquear, de clicar no lugar neste momento e, a fim de o fazermos, devemos simplesmente sintonizarmo-nos com a separação da velha matriz e entrarmos em sintonia com a nova grelha de unidade… que está viva, activa e aguarda a nossa participação.

“O que vos deixará com isto: AGORA é o único momento que alguma vez precisais para serdes livres… no entanto, e antes de vos lançardes na frustração, compreendei que demorou, a vós e ao colectivo da humanidade, até AGORA para integrar esta verdade. Assim, essencialmente, AGORA podeis livremente usar cada momento do AGORA para serdes livres! À medida que acumulais estes momentos do AGORA, viveis a vida num fluxo sem esforço do AGORA.” – As Sete Irmãs das Plêiades

À reemergência!

Lauren

ThinkWithYourHeart.net

Tradução: Ana Belo – anatbelo@hotmail.com

Luz de Gaia – http://www.luzdegaia.org/outros/diversos/zona_de_transicao.htm

Nave Mãe - http://navecomando.blogspot.com/